Textos e contextos


  • Há uma bruma espessa apagando o caminho. A escuridão nos persegue, densa, imensa – é como a sentimos – mas viva, empurrando-nos para a floresta de sequoias igualmente grande, a qual não conhecemos bem e ainda por cima tememos, já que é território sagrado e proibido, resultado de um acordo tácito entre meu povo e o povo que nela habita, os Devas. Para chegar nela, atravessa-se o rio Advirgon de barca.

    — Vamos, Mirra, agarre-se em mim e vamos enfrentar nosso destino.

    — Sigo-te, Edwit, não vou me soltar do teu braço.

                Concentramos toda nossa energia para atravessar a massa diante de nós. Mirra é minha companheira. Ela pertence à facção das Samiras, guerreiras de origem nobre e herdeira das habilidades das visões atávicas, do domínio do arco e flecha, da condução e do juízo. Eu sou da mesma forma nobre, mas são as mulheres que reinam em nosso universo. Olhos azuis turquesa amendoados e longos cabelos negros sobre a pele branca luminescente, ela é uma verdadeira ninfa brilhante. Orgulho-me de estar a seu lado, protegê-la e ter sua afeição. Como também recebi o dom, tenho as visões, e por isso nossa união foi permitida pelo Conselho de Draconys, responsável pela criação e a aplicação de leis, que, na nossa concepção, devem ser estritamente voltadas para o respeito às pessoas e à natureza.

                As visões são chamados, e, levadas muito a sério, temos que respondê-las com rigor, visto que pressionam o cérebro e impactam todo o corpo, e isso é o que nos está levando à floresta de sequoias escura.

                E a visão que tivemos foi de uma porta situada em uma imensa sequoia, acessada por escadas de pedra que se levantam por entre o musgo e as folhas cobrindo as grossas raízes, iluminada por uma luminária de taverna e coberta por imensa copa negra que lhe serve de telhado.

                Caminhamos resolutos, pouco a pouco adentrando na bruma, que enfim fica para trás, atravessamos o rio espelhado salpicado de estrelas e alcançamos a fileira de sequoias que mostram a profundidade da floresta até nos depararmos com a visão. Ei-la! O que ela quer de nós? Damos as mãos e começamos a subir as escadas…

  • Há uma bruma espessa apagando o caminho. A escuridão nos persegue, densa, imensa – é como a sentimos – mas viva, empurrando-nos para a floresta de sequoias igualmente grande, a qual não conhecemos bem e ainda por cima tememos, já que é território sagrado e proibido, resultado de um acordo tácito entre meu povo e o povo que nela habita, os Devas. Para chegar nela, atravessa-se o rio Advirgon de barca.

    — Vamos, Mirra, agarre-se em mim e vamos enfrentar nosso destino.

    — Sigo-te, Edwit, não vou me soltar do teu braço.

                Concentramos toda nossa energia para atravessar a massa diante de nós. Mirra é minha companheira. Ela pertence à facção das Samiras, guerreiras de origem nobre e herdeira das habilidades das visões atávicas, do domínio do arco e flecha, da condução e do juízo. Eu sou da mesma forma nobre, mas são as mulheres que reinam em nosso universo. Olhos azuis turquesa amendoados e longos cabelos negros sobre a pele branca luminescente, ela é uma verdadeira ninfa brilhante. Orgulho-me de estar a seu lado, protegê-la e ter sua afeição. Como também recebi o dom, tenho as visões, e por isso nossa união foi permitida pelo Conselho de Draconys, responsável pela criação e a aplicação de leis, que, na nossa concepção, devem ser estritamente voltadas para o respeito às pessoas e à natureza.

                As visões são chamados, e, levadas muito a sério, temos que respondê-las com rigor, visto que pressionam o cérebro e impactam todo o corpo, e isso é o que nos está levando à floresta de sequoias escura.

                E a visão que tivemos foi de uma porta situada em uma imensa sequoia, acessada por escadas de pedra que se levantam por entre o musgo e as folhas cobrindo as grossas raízes, iluminada por uma luminária de taverna e coberta por imensa copa negra que lhe serve de telhado.

                Caminhamos resolutos, pouco a pouco adentrando na bruma, que enfim fica para trás, atravessamos o rio espelhado salpicado de estrelas e alcançamos a fileira de sequoias que mostram a profundidade da floresta até nos depararmos com a visão. Ei-la! O que ela quer de nós? Damos as mãos e começamos a subir as escadas…

  • Há uma bruma espessa apagando o caminho. A escuridão nos persegue, densa, imensa – é como a sentimos – mas viva, empurrando-nos para a floresta de sequoias igualmente grande, a qual não conhecemos bem e ainda por cima tememos, já que é território sagrado e proibido, resultado de um acordo tácito entre meu povo e o povo que nela habita, os Devas. Para chegar nela, atravessa-se o rio Advirgon de barca.

    — Vamos, Mirra, agarre-se em mim e vamos enfrentar nosso destino.

    — Sigo-te, Edwit, não vou me soltar do teu braço.

                Concentramos toda nossa energia para atravessar a massa diante de nós. Mirra é minha companheira. Ela pertence à facção das Samiras, guerreiras de origem nobre e herdeira das habilidades das visões atávicas, do domínio do arco e flecha, da condução e do juízo. Eu sou da mesma forma nobre, mas são as mulheres que reinam em nosso universo. Olhos azuis turquesa amendoados e longos cabelos negros sobre a pele branca luminescente, ela é uma verdadeira ninfa brilhante. Orgulho-me de estar a seu lado, protegê-la e ter sua afeição. Como também recebi o dom, tenho as visões, e por isso nossa união foi permitida pelo Conselho de Draconys, responsável pela criação e a aplicação de leis, que, na nossa concepção, devem ser estritamente voltadas para o respeito às pessoas e à natureza.

                As visões são chamados, e, levadas muito a sério, temos que respondê-las com rigor, visto que pressionam o cérebro e impactam todo o corpo, e isso é o que nos está levando à floresta de sequoias escura.

                E a visão que tivemos foi de uma porta situada em uma imensa sequoia, acessada por escadas de pedra que se levantam por entre o musgo e as folhas cobrindo as grossas raízes, iluminada por uma luminária de taverna e coberta por imensa copa negra que lhe serve de telhado.

                Caminhamos resolutos, pouco a pouco adentrando na bruma, que enfim fica para trás, atravessamos o rio espelhado salpicado de estrelas e alcançamos a fileira de sequoias que mostram a profundidade da floresta até nos depararmos com a visão. Ei-la! O que ela quer de nós? Damos as mãos e começamos a subir as escadas…

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